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quinta-feira, 18 de abril de 2013

Os livros mais caros do mundo



 A famosa casa de leilões Christie’s vendeu uma cópia de "The Birds of America" ("As Aves da América", em português), livro de John James Audubon, por US$ 7,9 milhões (R$ 13,9 milhões). Em 2010, a obra havia sido negociada por US$ 11,5 milhões (R$ 20,2 milhões).

 De acordo com a revista Economist, uma lista com os dez livros mais caros já vendidos contaria com ao menos cinco cópias de "Birds of America", que foi originalmente lançado em fascículos entre 1827 e 1838 e traz em suas páginas mais de 400 ilustrações de pássaros.

 Veja abaixo uma lista compilada pelo site Flavorwire com os dez livros mais caros já negociados em leilões. 

 "The First Book of Urizen", de William Blake — US$ 2,5 milhões
 Publicado em 1794, "The First Book of Urizen" é uma das mais importantes obras proféticas de William Blake. Em 1999 a Sotheby’s vendeu seu exemplar por US$ 2,5 milhões (R$ 4,4 milhões).

 "The Tales of Beedle the Bard", de J.K. Rowling — US$ 3,98 milhões
 Publicado no Brasil como "Os Contos de Beedle, o Bardo", o livro, que surgiu da obra "Harry Potter e as Relíquias da Morte", se tornou um sucesso editorial. Por isso, a autora J.K. Rowling escreveu sete cópias a mão. Seis foram dadas para amigos e editores, mas uma foi leiloada em 2007 por US$ 3,98 milhões (R$ 7 milhões), tornando-se o manuscrito contemporâneo mais caro já vendido.

 "Geographia Cosmographia", de Claudius Ptolomeu — US$ 4 milhões
 O primeiro atlas da história, "Geographia Cosmographia" foi leiloado pela Sotheby’s de Londres por US$ 4 milhões (R$ 7 milhões), em 2006.

 "Traité des arbres fruitiers", de Henri Louis Duhamel du Monceau — US$ 4,5 milhões    Escrito por Henri Louis Duhamel du Monceau e ilustrado por Pierre Antoine Poiteau e Pierre Jean François Turpin, "Traité des arbres fruitiers" ("Tratado sobre Árvores Frutíferas", em português) é formado por cinco volumes que retratam 16 variedades de árvores frutíferas. Uma cópia foi negociada por U$ 4,5 milhões (R$ 7,9 milhões) em 2006.

 "A Bíblia de Gutenberg" — US$ 4,9 milhões
 Uma cópia da Bíblia feita por Gutenberg foi vendida por US$ 4,9 milhões (R$ 8,6 milhões) em 1987 pela Christie’s de Nova York. Apenas 48 edições do livro existem no mundo.

 "First Folio", de William Shakespeare — US$ 6 milhões
 Apesar de seu preço original não passar de uma libra, cópias intactas do "First Folio" (nome dado à primeira coleção de peças teatrais de William Shakespeare) estão entre as obras mais procuradas por colecionadores. Estima-se que das 750 lançadas em 1623, apenas 228 ainda existam. Em 2001, o cofundador da Microsoft, Paul Allen, adquiriu uma por US$ 6 milhões (R$ 10,5 milhões).

 "The Canterbury Tales", de Geoffrey Chaucer — US$ 7,5 milhões
 A primeira edição de "The Canterbury Tales", publicada no século 15, foi leiloada pela Christie’s londrina por US$ 7,5 milhões (R$ 13,2 milhões).

 "The Birds of America", de James Audubon — US$ 11,5 milhões
 A valorização de "The Birds of America" é gritante. Em 2000, a Christie’s vendeu uma cópia por US$ 8,8 milhões. Dez anos depois, o livro foi negociado por US$ 11,5 milhões (R$ 20,2 milhões).

 "The Gospels of Henry the Lion", da Ordem de São Benedito — US$ 11,7 milhões Encomendado originalmente por Henrique, o Leão, para o altar da Catedral de Brunswick, esse livro religioso foi comprado pelo governo alemão em 1983 por US$ 11,7 milhões (R$ 20,6 milhões).

 "The Codex Leicester", de Leonardo da Vinci — US$ 30,8 milhões
 O livro de anotações de 72 páginas que pertenceu a Leonardo da Vinci foi comprado por Bill Gates em 1994. O valor pago pelo dono da Microsoft foi de US$ 30,8 milhões (R$ 54,3 milhões), transformando-o na obra mais valiosa do mundo. Ao menos o empresário fez bom uso do livro. Suas páginas foram digitalizadas e distribuídas como proteção de tela do Microsoft Plus!, para o Windows 95.

  Daqui.




segunda-feira, 30 de julho de 2012

Qual a significação dos nomes dos meses?


Janeiro: o deus das duas faces, protetor das entradas e saídas, dos princípios e dos começos era chamado de Jano. Este nome deu origem ao mês de janeiro.

Fevereiro: Na Roma antiga havia uma festival chamado Februália (Purificação) que acontecia nesta época do ano. Este festival deu origem ao mês de fevereiro.

Março: O deus da guerra, Marte. Em março, que antes era o primeiro mês do ano, havia uma homenagem à Marte, e o mês recebeu o seu nome.

Abril: duas teorias dizem a respeito da criação deste nome para o mês. Uma delas afirmar que Abril é derivado do latim aperire, que faz referência á abertura das flores, pois nesta época é primavera no hemisfério norte. Outra hipótese diz que o nome faria homenagem á Afrodite, deusa do Amor. Eu fico com a primeira.

Maio: A deusa Maia que fazia o crescimento das plantas era a divindade festejada neste período do ano.

Junho: A deusa protetora das mulheres, do casamento e do parto, Juno, deu origem a este mês.

Julho: Era Quintilis, pois era o quinto mês do ano, depois virou Julho em homenagem ao imperador Júlio César.

Agosto: Pelo mesmo motivo acima era chamado de Sextilis. Depois mudou para agosto em homenagem a César Augusto.

Setembro: vem do latim septem, que significa sete. Sétimo mês do ano ano antes da inclusão de janeiro e fevereiro.

Outubro: do latim octo, era o oitavo mês do ano.

Novembro: como era o nono mês, vem de novem, no latim.

Dezembro: vem de decem, que é dez em latim, pois era o décimo mês do ano no primeiro calendário romano.

Daqui.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Você sabe o que significam as marcas de automóveis?

Chevrolet | A "gravatinha" é um grande mistério, mas duas teorias chamam a atenção. A primeira é que a forma tenha sido "roubada" de um papel de parede de um hotel de Paris, em 1908. A outra sugere que o logo tenha sido uma homenagem à bandeira da Suíça, país de origem de Louis Chevrolet, um dos fundadores da marca.


Fiat | O nome é uma abreviação de "Fabbrica Italiana Automobili Torino", que se traduz como "Fábrica Italiana de Automóveis de Turim", a cidade de origem da marca. O logo atual é uma releitura da identidade visual adotada nos carros até a década de 1960 e, segundo a montadora, sugere "tecnologia avançada, design italiano, dinamismo e individualismo".


Volkswagen | Parece óbvio, mas nem todas as pessoas percebem que o logo traz a letra V sobre a letra W. Em alemão, "volks" significa "povo", enquanto "wagen" pode ser traduzido como "carro". O "carro do povo", neste caso, era o Fusca (ou Volkswagen Sedan), desenhado por Ferdinand Porsche para o ditador Adolf Hitler, que queria um veículo barato e confiável para todos os alemães.


Ford | Considerado um dos mais bem-sucedidos logos da história, o oval azul da Ford homenageia o fundador da companhia, o americano Henry Ford. É uma das marcas que menos mudou ao longo do tempo em termos de forma, cor e tipo de fonte utilizada.

Audi | As argolas entrelaçadas simbolizam as quatro marcas alemãs que formaram a Auto Union: Horch, Audi, Wanderer e DKW. Em 1985, a empresa decidiu adotar apenas o nome Audi AG.

Nissan | O nome é uma abreviação de "Nippon Sangyo", que significa, literalmente, "indústrias japonesas". A sigla foi adotada na década de 1930 para ser utilizada na Bolsa de Valores de Tóquio. O desenho do logo mudou com o tempo, mas os elementos básicos, como o círculo, que representa o Sol, e a barra transversal (força e sucesso) permanecem.

BMW | Embora a história mais conhecida seja a de que o símbolo da BMW representa uma hélice de avião girando contra o céu azul, a verdadeira origem é mais simples. O logo é uma junção das marcas da Rapp Motorenwerke (que, sim, fabricava motores de aviões no início do século 20) com as cores da bandeira da Bavária, região de origem da montadora alemã. A "lenda" da hélice começou em 1929, quando uma propaganda da BMW fez a associação entre a marca e suas origens na indústria aeronáutica.


Peugeot | O leão remonta às origens da empresa, que no início do século 19 fabricava ferramentas, em especial serras, na França. Os irmãos Peugeot escolheram o animal por causa do "poder de suas mandíbulas". Ao longo do tempo, o símbolo evoluiu até a forma moderna a estilosa de hoje.


Mercedes-Benz | A famosa estrela de três pontas representa a ambição de Gottlieb Daimler, um dos fundadores da marca alemã, de motorizar "terra, água e ar".

Ferrari | O cavalo rampante era utilizado pelo piloto de caça italiano Francesco Baracca na lateral de seu avião durante a Primeira Guerra Mundial. Em 1923, a mãe do herói pediu ao fundador da Ferrari que colocasse o símbolo em seus carros, dizendo que traria sorte. Enzo Ferrari gostou da ideia e adicionou o fundo amarelo, a cor da região de Modena.

Citroën | As duas letras "V" invertidas, conhecidas como "double chevron", remontam à engrenagem helicoidal criada pelo engenheiro Andre Citroën, fundador da marca.

Kia | A sigla estilizada deriva da palavras sino-coreanas "ki", que significa "sair" ou "erguer", e da letra "A", em referência à Ásia. Traduzindo literalmente, "erguer-se da Ásia", ambição que também pode ser compreendida a partir da forma ovalada (do mundo) ao redor do nome.

Hyundai | Embora simples, o logo da montadora-sul coreana esconde alguns simbolismos. O "H" estilizado, que significa Hyundai, também representa duas pessoas se cumprimentando, apertando as mãos (uma referência à relação entre empresa e consumidor). A forma ovalada, por sua vez, indica a expansão da marca para o mundo.


Renault | A forma de diamante contínuo do símbolo da Renault tem a intenção de passar atributos como prestígio, sofisticação e durabilidade.


Jaguar | Não há muito mistério no jaguar que inspirou a marca britânica. O felino representa a capacidade dos veículos de entregar alto desempenho e controle total.
Toyota | As duas formas ovaladas na parte de dentro representam o coração do consumidor e o coração da empresa "entrelaçados" em uma relação de benefício mútuo. Além disso, juntos, eles constituem a letra "T" e a forma de um volante. O oval maior, na parte de fora, simboliza o mundo "abraçando" a marca. A variação na espessura dos traços remete à técnica de pintura do pincel japonês.

Lamborghini | Os touros sempre foram a obsessão de Ferruccio Lamborghini, fundador da empresa italiana, que era do signo de touro. Além disso, ele era fanático por touradas e, até hoje, os superesportivos da marca são batizados com nomes de touros famosos (como Diablo, Murciélago e Aventador).

Mitsubishi | O nome é uma combinação dos termos japoneses "mitsu" (três) e "hishi" (um tipo de castanha da Ásia). Em conjunto, no entanto, "mitsubishi" serve para designar a forma de um quadrilátero convexo ou de um diamante, que pode ser visto no logo. A marca dos três diamantes foi escolhida pelo fundador da companhia, Yataro Iwasaki, e supostamente é uma junção dos brasões da família Yamauchi, que dominava a região de Tosa, onde Yataro nasceu, e da própria família Iwasaki.


Subaru | O termo "subaru", em japonês, significa "unir", mas também serve para designar seis estrelas na constelação de Touro conhecidas como Plêiades. Segundo a mitologia grega, esses seis astros, representados no logo da Subaru, são as filhas transformadas do titã Atlas.


Porsche | O logo da fabricante alemã junta elementos do brasão de Württemberg-Baden, como a região de origem da marca era chamada, com o cavalo rampante, que, além de representar força e poder, é um dos elementos-símbolos da cidade de Stuttgart, onde fica o quartel-general da Porsche.
Fonte: R7 Carros
Via


segunda-feira, 14 de maio de 2012

Mercedes SL 300 Gullwing de MADEIRA!

Apresentamos uma das réplicas mais espetaculares de sempre: O Mercedes SL 300 Gullwing de MADEIRA!



Pela imagem já dá para perceber que toda esta réplica é feita em madeira, o que nos deixa algo intrigados. Será que é justo deixar esta obra de arte fechada na garagem a apanhar pó? Talvez seja menosprezar o trabalho do criador... O melhor seria retirar toda a mobília da sala de estar e colocar lá este exemplar único, assim tornava-se possível admirar esta beleza a qualquer hora.

5.000 euros foi quanto pediu o artesão alemão por este SL. Um valor irrisório tendo em conta o trabalho e tempo despendido com este 0 cv. Apesar de ser mais lento que um caracol, não deixa de ser incrível ver o resultado final, uma réplica de tamanho real totalmente esculpida à mão. Não existe qualquer parte elétrica, até as rodas são de madeira.

As portas, o tablier e a bagageira foram pensados ao pormenor, não escapando nada aos dedos deste senhor de Duisberg, na Alemanha. Pelo que podemos ver nas imagens, só os bancos não são de madeira. O que é compreensível...







Texto de Tiago Luís
Daqui.

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